Hoje –

Devocional – 2 dezembro 2019 – Toda pessoa que toma posse da Palavra do Altar, com toda força da alma, e a coloca em prática, prospera! Aleluia.

Eu não sei como você conduziu sua vida durante os dias desse ano, mas lhe digo uma coisa: Se você se lançar em Deus, sem reservas, no Propósito de Fé da Mudança, viverá nesses 31 dias tudo aquilo que não viveu durante o ano todo.
Você pode não saber o que fazer, mas se buscar ao Senhor, Ele dará a direção e a vitória.
O ano ainda não acabou. Presenteie-se praticando a fé viva.
Quais as três situações que você não aceita levar para o próximo ano? Lute pela sua vitória. O impossível é você não vencer quando se lança de verdade em Deus.


 Então tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e chamou-lhe Ebenézer; e disse: Até aqui nos ajudou o SENHOR.” 1 Samuel 7:12  

Senhor Deus e nosso Pai, obrigada por cuidar de nós a cada minuto da nossa vida, por estar conosco em toda e qualquer situação, por Sua fidelidade em todo tempo, e como é bom meu Deus poder falar: até aqui me ajudou o Senhor! em nome de Jesus, eu te agradeço, Amém!

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Juízes 20

Então todos os israelitas se uniram como um só homem, desde Dã, ao norte, até Berseba, ao sul, incluindo os que moravam na terra de Gileade. A comunidade toda se reuniu na presença do Senhor, em Mispá.
Os líderes de todo o povo e todas as tribos de Israel, quatrocentos mil guerreiros armados com espadas, tomaram seus lugares na reunião sagrada do povo de Deus.
Logo chegou à terra de Benjamim a notícia de que as outras tribos haviam subido a Mispá. E os israelitas se perguntaram: “Como esse crime horrível pôde acontecer?”.
O levita, marido da mulher assassinada, disse: “Minha concubina e eu chegamos para passar a noite em Gibeá, cidade da tribo de Benjamim.
Naquela noite, alguns dos líderes da cidade cercaram a casa com a intenção de me matar, e violentaram minha concubina até ela morrer.
Então desmembrei o corpo dela em doze partes e as enviei por todos os territórios da herança de Israel, pois esses homens cometeram um crime terrível e vergonhoso.
Portanto, todos vocês, israelitas, decidam agora o que se deve fazer a esse respeito!”.
Todos se levantaram ao mesmo tempo e declararam: “Nenhum de nós voltará para casa! Nem um só homem!
Mas é isto que faremos a Gibeá: realizaremos um sorteio para resolver quem a atacará.
A décima parte dos homens de cada tribo ficará responsável por providenciar a alimentação dos guerreiros, e o restante se vingará de Gibeá de Benjamim por esse ato vergonhoso cometido em Israel”.

Todos os israelitas estavam plenamente de acordo e se uniram para atacar a cidade.
As tribos de Israel enviaram mensageiros à tribo de Benjamim para lhes dizer: “Que crime terrível foi cometido em seu meio!
Entreguem os homens perversos de Gibeá, para que os executemos e eliminemos esse mal de Israel”. Mas o povo da tribo de Benjamim não deu ouvidos.
Em vez disso, vieram de suas cidades e se reuniram em Gibeá para lutar contra os israelitas.
Ao todo, 26 mil guerreiros armados com espadas chegaram a Gibeá para se juntar à tropa especial de setecentos homens que viviam ali.
Dentre todos esses guerreiros, havia um grupo de setecentos canhotos, e cada um deles conseguia atirar uma pedra com uma funda e acertar um fio de cabelo com precisão.
Sem os guerreiros de Benjamim, Israel tinha quatrocentos mil soldados hábeis no uso da espada.
Antes da batalha, os israelitas foram a Betel e perguntaram a Deus: “Qual das tribos deve ir primeiro e atacar o povo de Benjamim?”. O Senhor respondeu: “Judá irá primeiro”.
Na manhã seguinte, os israelitas partiram bem cedo e acamparam perto de Gibeá.
Então avançaram em direção a Gibeá para atacar os homens de Benjamim.
Os guerreiros de Benjamim que estavam defendendo a cidade saíram e mataram 22 mil israelitas no campo de batalha naquele dia.
Mas os israelitas animaram uns aos outros e, mais uma vez, assumiram suas posições no mesmo lugar do dia anterior.
Eles tinham subido a Betel e chorado na presença do Senhor até a tarde. Haviam perguntado ao Senhor: “Devemos lutar novamente contra nossos parentes de Benjamim?”. E o Senhor tinha dito: “Saiam e lutem contra eles”.
Saíram no dia seguinte para lutar novamente contra os homens de Benjamim,
mas os homens de Benjamim que haviam partido de Gibeá mataram mais dezoito mil israelitas, todos hábeis no uso da espada.
Então todos os israelitas subiram a Betel, choraram na presença do Senhor e jejuaram até a tarde. Também apresentaram ao Senhor holocaustos e ofertas de paz.
Os israelitas subiram para buscar a direção do Senhor. (Naqueles dias, a arca da aliança de Deus estava em Betel,
e Fineias, filho de Eleazar e neto de Arão, era o sacerdote.) Eles perguntaram ao Senhor: “Devemos lutar novamente contra nossos parentes de Benjamim, ou devemos parar?”. O Senhor disse: “Vão! Amanhã eu os entregarei em suas mãos”.
Então os israelitas armaram emboscadas ao redor de Gibeá.

 

Avançaram contra os guerreiros de Benjamim no terceiro dia e tomaram suas posições nos mesmos lugares de antes.
Quando os homens de Benjamim saíram para atacar, foram atraídos para longe da cidade. Como antes, começaram a matar os israelitas. Cerca de trinta israelitas morreram nos campos abertos, ao longo da estrada que vai para Betel e da estrada que leva de volta a Gibeá.
Os guerreiros de Benjamim gritaram: “Derrotamos vocês, como antes!”. Mas os israelitas já haviam planejado fugir para que os homens de Benjamim os perseguissem pelas estradas e fossem atraídos para longe da cidade.
Quando os guerreiros israelitas chegaram a Baal-Tamar, voltaram-se e assumiram suas posições. Enquanto isso, os israelitas que estavam escondidos na emboscada a oeste de Gibeá entraram em combate.
Dez mil soldados da tropa especial de Israel avançaram contra Gibeá. A luta foi tão intensa que Benjamim não percebeu a calamidade que estava por vir.
O Senhor ajudou Israel a derrotar Benjamim e, naquele dia, os israelitas mataram 25.100 guerreiros de Benjamim, todos hábeis no uso da espada.
Então os homens de Benjamim viram que estavam derrotados. Os israelitas bateram em retirada diante dos guerreiros de Benjamim a fim de dar aos homens que estavam escondidos na emboscada mais espaço para atacar Gibeá.
Aqueles que estavam escondidos avançaram de todos os lados e mataram todos os habitantes.
Tinham combinado de mandar como sinal de dentro da cidade uma grande nuvem de fumaça.
Quando os israelitas viram a fumaça, voltaram e atacaram os guerreiros de Benjamim. Àquela altura, os guerreiros de Benjamim haviam matado cerca de trinta israelitas e gritaram: “Derrotamos vocês, como antes!”.
Mas, quando os guerreiros de Benjamim olharam para trás e viram que, em todas as partes da cidade, a fumaça subia ao céu,
os guerreiros de Israel se voltaram e atacaram. Os homens de Benjamim ficaram apavorados, pois perceberam a calamidade que estava prestes a vir sobre eles.
Deram meia-volta e fugiram diante dos israelitas em direção ao deserto, mas não conseguiram escapar da batalha, pois soldados que saíram das cidades vizinhas também os atacaram.
Os israelitas cercaram os homens de Benjamim e os perseguiram até os alcançarem no local de descanso, a leste de Gibeá.
Naquele dia, dezoito mil dos guerreiros mais corajosos de Benjamim morreram na batalha.
Os sobreviventes fugiram para o deserto, em direção à rocha de Rimom, mas os israelitas mataram cinco mil deles ao longo da estrada. Eles continuaram a perseguição e mataram mais dois mil homens perto de Gidom.
Naquele dia, portanto, a tribo de Benjamim perdeu 25 mil guerreiros valentes e hábeis no uso da espada,
e restaram apenas seiscentos homens que fugiram para a rocha de Rimom, onde viveram durante quatro meses.
Os israelitas voltaram e mataram todo ser vivo que restou nas cidades, pessoas, animais e tudo que encontraram. Também queimaram todas as cidades por onde passaram.

Juízes 20:1-48

 

Os israelitas haviam jurado em Mispá: “Jamais entregaremos nossas filhas em casamento a homens da tribo de Benjamim”.
Então o povo foi a Betel e permaneceu na presença de Deus até a tarde, chorando sem parar em alta voz:
“Ó Senhor, Deus de Israel, por que aconteceu isso com Israel?”, diziam. “Agora está faltando uma de nossas tribos!”
Na manhã seguinte, bem cedo, construíram um altar e ali apresentaram holocaustos e ofertas de paz.
Então os israelitas disseram: “Quem dentre as tribos de Israel não participou da reunião sagrada que realizamos em Mispá, na presença do Senhor?”. Naquela ocasião, haviam feito um juramento solene na presença do Senhor de que matariam quem se recusasse a comparecer.
Os israelitas tiveram pena de seu irmão Benjamim e disseram: “Hoje foi eliminada uma das tribos de Israel.
Como conseguiremos esposas para os poucos que restam, se juramos pelo Senhor que não lhes daríamos nossas filhas em casamento?”.
Então perguntaram: “Quem dentre as tribos de Israel não compareceu conosco a Mispá quando nos reunimos na presença do Senhor?”. E descobriram que ninguém de Jabes-Gileade havia participado da reunião sagrada.
Ao contarem o povo, verificaram que ninguém de Jabes-Gileade estava presente.
Então a comunidade enviou doze mil de seus melhores guerreiros a Jabes-Gileade com ordens para matar seus habitantes, incluindo mulheres e crianças.
“É isto que vocês devem fazer”, disseram. “Destruam completamente todos os homens e também todas as mulheres que não forem virgens.”
Entre os habitantes de Jabes-Gileade, encontraram quatrocentas moças que nunca haviam se deitado com um homem e as levaram para o acampamento em Siló, na terra de Canaã.
Toda a comunidade enviou uma delegação de paz aos homens restantes de Benjamim que estavam na rocha de Rimom.
Os homens de Benjamim voltaram e receberam como esposas as quatrocentas mulheres de Jabes-Gileade que tinham sido poupadas. Mas não havia mulheres em número suficiente para todos eles.

 

O povo teve pena de Benjamim, pois o Senhor havia aberto uma lacuna entre as tribos de Israel.
Então os líderes da comunidade perguntaram: “Como conseguiremos esposas para os poucos homens que restam, uma vez que as mulheres da tribo de Benjamim foram mortas?
Os sobreviventes precisam ter herdeiros, para que não seja eliminada uma tribo inteira de Israel.
Contudo, não podemos lhes dar nossas filhas em casamento, pois juramos solenemente que quem o fizer ficará sob a maldição de Deus”.
Então eles se lembraram da festa anual do Senhor, em Siló, ao sul de Lebona e ao norte de Betel, do lado leste da estrada que vai de Betel a Siquém.
Disseram aos homens de Benjamim que ainda precisavam de esposas: “Vão e escondam-se nos vinhedos.
Quando virem as moças de Siló irem para as danças, saiam correndo dos esconderijos e cada um leve uma delas para a terra de Benjamim, para ser sua esposa.
E quando os pais e os irmãos delas vierem se queixar a nós, diremos: ‘Por favor, tenham compaixão. Deixem que fiquem com suas filhas, pois não encontramos esposas para todos eles quando destruímos Jabes-Gileade. E vocês não são culpados de quebrarem seu juramento, pois, na verdade, não deram suas filhas para eles em casamento’”.
Os homens de Benjamim seguiram essas instruções. Cada um pegou uma das moças que dançavam na comemoração e a levou para ser sua esposa. Voltaram para sua terra, reconstruíram suas cidades e habitaram nelas.
Então os israelitas partiram, por tribos e famílias, e cada um voltou para sua terra.
Naqueles dias, Israel não tinha rei; cada um fazia o que parecia certo a seus próprios olhos.

Juízes 21:1-25

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